A 23ª Feira Concurso Arte Doce, que decorreu no Auditório Municipal de Lagos / Parque Dr. Júdice Cabral, entre 24 e 26 de Julho, foi este ano subordinada ao tema “Lagos Tecnopolis – A cidade no século XXI”, mote para que as doceiras algarvias realizassem as suas tentadoras pequenas obras de arte, que estiveram sujeitas à apreciação de um júri conhecedor.
Para além dos trabalhos concorrentes e dos mil e um bolos tipicamente algarvios ou de outras regiões portuguesas, venderam os seus produtos alguns artesãos, bem como produtos agro-alimentares da região, com destaque para os frutos secos e o mel.
Paralelamente, esteve presente um sector com tasquinhas geridas pelos Clubes e Associações Recreativas do concelho.
Por sua vez, a escassos 25 quilómetros, o Convento de S. José, no centro da cidade de Lagoa, recebeu de 22 a 26 de Julho a sétima edição da Mostra de Doce Conventual, evocando a sabedoria das freiras para a confecção de doçaria do mais fino recorte, principalmente com recurso a alfarroba, amêndoa e figo.
Bolos, licores e outras iguarias gulosas, quase todas produzidas por pequenos fabricantes, de forma caseira, puderam assim ser provados e adquiridos, tudo bem condimentado com muita animação, onde não faltou o fado e a música portuguesa mais antiga.
A doçaria conventual é um conceito que está intimamente relacionado com a difusão do açúcar nas cozinhas dos mosteiros portugueses, a partir dos finais do século XVI. Foi entre as ordens religiosas de frades e freiras que nasceram algumas das mais ricas receitas de doces da gastronomia portuguesa.
Para além dos trabalhos concorrentes e dos mil e um bolos tipicamente algarvios ou de outras regiões portuguesas, venderam os seus produtos alguns artesãos, bem como produtos agro-alimentares da região, com destaque para os frutos secos e o mel.
Paralelamente, esteve presente um sector com tasquinhas geridas pelos Clubes e Associações Recreativas do concelho.
Por sua vez, a escassos 25 quilómetros, o Convento de S. José, no centro da cidade de Lagoa, recebeu de 22 a 26 de Julho a sétima edição da Mostra de Doce Conventual, evocando a sabedoria das freiras para a confecção de doçaria do mais fino recorte, principalmente com recurso a alfarroba, amêndoa e figo.
Bolos, licores e outras iguarias gulosas, quase todas produzidas por pequenos fabricantes, de forma caseira, puderam assim ser provados e adquiridos, tudo bem condimentado com muita animação, onde não faltou o fado e a música portuguesa mais antiga.
A doçaria conventual é um conceito que está intimamente relacionado com a difusão do açúcar nas cozinhas dos mosteiros portugueses, a partir dos finais do século XVI. Foi entre as ordens religiosas de frades e freiras que nasceram algumas das mais ricas receitas de doces da gastronomia portuguesa.











